A campainha de casa tocou no momento em que saí da banheira, pensei se não estaria atrasado para a festa, já que não esperava ninguém o mais certo era os rapazes terem vindo ver de mim. Ouvi bater à porta três vezes antes da campainha soar novamente, apressei-me a correr à porta sabia que não podiam ser eles. Abri a porta e a Mariana lançou-se nos meus braços, não chorava mas pude ver que era com muito esforço. Levei-a para o meu quarto que, graças a ela, era a única divisão que não estava parcialmente em caixas ao contrário do resto da casa. Assim que a sentei, puxou-me e colocou a cabeça no meu peito e eu fiquei ali sentado sentindo ela descontrair e começar a chorar baixinho. Nenhum de nós disse uma única palavra, não era preciso. O meu telemóvel vibrou e lembrei-me do meu encontro, cancelei-o. Cerca de vinte minutos após organizar algumas coisas extras da casa de banho e da cozinha, consegui fazer chá. Quando voltei ela dormia, tapei-a com uma manta, que ela tinha ins...
ainda hoje vi essa imagem, e vi-me completamente nela tambem.
ResponderEliminarAs pessoas perguntam "Tudo bem?" por educação. e nós respondemos "Sim" por hábito.
ResponderEliminarpois, eu não gosto nada :s
ResponderEliminarobrigado querida <3
ResponderEliminarTambém me acontece, vezes demais...Beijinho
ResponderEliminaré mesmo por inveja querida...
ResponderEliminarI understand you so well*
ResponderEliminarconcordo com a miss murder.
ela, tu, eu e muitas outras pessoas espalhadas pelo mundo inteiro agimos assim.
ResponderEliminarLili