A campainha de casa tocou no momento em que saí da banheira, pensei se não estaria atrasado para a festa, já que não esperava ninguém o mais certo era os rapazes terem vindo ver de mim. Ouvi bater à porta três vezes antes da campainha soar novamente, apressei-me a correr à porta sabia que não podiam ser eles. Abri a porta e a Mariana lançou-se nos meus braços, não chorava mas pude ver que era com muito esforço. Levei-a para o meu quarto que, graças a ela, era a única divisão que não estava parcialmente em caixas ao contrário do resto da casa. Assim que a sentei, puxou-me e colocou a cabeça no meu peito e eu fiquei ali sentado sentindo ela descontrair e começar a chorar baixinho. Nenhum de nós disse uma única palavra, não era preciso. O meu telemóvel vibrou e lembrei-me do meu encontro, cancelei-o. Cerca de vinte minutos após organizar algumas coisas extras da casa de banho e da cozinha, consegui fazer chá. Quando voltei ela dormia, tapei-a com uma manta, que ela tinha ins...
Nem mais.
ResponderEliminardeixa lá isso que farta de corações partidos, estou eu!
ResponderEliminartambém eu!
ResponderEliminarpura verdade!
ResponderEliminarAs melhores músicas são aquelas que nos fazem lembrar alguém ou algum momento!
ResponderEliminarResp. Eu, felizmente, o máximo que fiquei foi salpicada nas pernas
ResponderEliminarTão verdade!
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